Domingo, 28 de Fevereiro de 2021
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Cidade Economia

Ubá está entre as 30 maiores cidades mineiras em consumo de móveis, aponta levantamento do IEMI

Instituto especializado em inteligência de mercado é o responsável pela pesquisa.

22/02/2021 16h07
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Por: Redação Fonte: News Prime
Imagem meramente ilustrativa.
Imagem meramente ilustrativa.

A pequena Ubá figura entre as 30 maiores cidades mineiras quando o assunto é consumo potencial de móveis. Ela ocupa a 29ª posição no ranking e fica à frente de cidades de mesmo porte, como Muriaé (32ª), Coronel Fabriciano (34ª) e Vespasiano (35ª).

O município ocupa a 272ª colocação no ranking das maiores cidades consumidoras de móveis do Brasil, com um valor estimado de R$ 40,3 milhões em 2019 e um crescimento nominal de 26,9% nos últimos cinco anos.

Os dados fazem parte do mapeamento realizado pelo IEMI Inteligência de Mercado, que aponta ainda que a cidade teve participação de 0,05% no consumo nacional em 2019.

No Brasil, o consumo de móveis e colchões alcançou o valor de R$ 90,4 bilhões, em 2019, a preços de varejo, com um gasto médio por domicílio de R$ 1.293 por ano.

Varejo de móveis

Minas Gerais é o 2º estado brasileiro em número de pontos de venda de móveis e colchões no Brasil. São cerca de 4.966 e uma participação de 10,5% do total nacional.

A maioria das empresas produtoras de móveis prontos no Estado estão voltadas à produção de móveis de madeira, com 90,5% das unidades, seguida pelos móveis de metal, que representam 6,3% do total de unidades em 2019.

No País, existem cerca de 47,3 mil pontos de venda que comercializam produtos do segmento (especializados e não especializados), os quais comercializaram mais de 380 milhões de peças de móveis e colchões, gerando uma receita total estimada em R$ 90,4 bilhões em 2019.

Embora a maior parte dos setores tenha sofrido com os impactos da crise causada pela Covid-19, o varejo do setor moveleiro se recuperou rapidamente. Segundo o IEMI, os resultados dos últimos três meses de 2020 reverteram a tendência de queda inicial e já apontam para um crescimento da ordem de 10,3%, no varejo de móveis e colchões, em volumes de peças comercializadas em relação a 2019.

Para 2021, os resultados preliminares apontam para um crescimento de 3,5% no varejo de móveis e colchões em volume de peças e aumento de 2,8% em valores nominais, quando comparados com 2020.

Produção de móveis

O Estado é o 4º maior produtor de móveis e colchões do Brasil. Em 2019, sediou 2.524 unidades produtoras, o que representa 13,6% do total nacional, além de empregar cerca de 36 mil funcionários e ser responsável pela produção de 61,9milhões de peças.

Em sua totalidade, o Brasil contou com 18,6 mil unidades produtoras, que empregaram 270,3 mil funcionários, em 2019. No período, foram produzidas 437 milhões de peças de móveis e colchões, o que gerou uma receita nominal de R$ 69,9 bilhões, com crescimento de 4,3% em comparação a 2018.

Ao contrário do varejo, o IEMI estima para 2020 uma queda de 3,4% no volume de peças produzidas pelo setor, enquanto em valores espera-se um crescimento de 1,7% na receita da indústria moveleira pode chegar a, frente aos resultados de 2019.

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