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Casa de shows afirma cumprir exigências após recomendação do Ministério Público em Leopoldina
Estabelecimento diz que realizou adequações após apuração sobre superlotação em show da banda Capital Inicial realizado em março
09/04/2026 13h41 Atualizada há 2 meses atrás
Por: Redação
Foto: Fillippe Audiovisual & Design/Stone House

A casa de eventos Stone House, em Leopoldina, se manifestou oficialmente após recomendação do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG) relacionada a questões de segurança e capacidade de público. Em nota, o estabelecimento afirmou que cumpre integralmente as determinações do órgão e que já realizou as adequações solicitadas. (veja not abaixo)

A recomendação foi expedida no dia 31 de março pela 3ª Promotoria de Justiça de Leopoldina, no âmbito de um procedimento instaurado para apurar denúncias de superlotação durante o show da banda Capital Inicial, realizado no dia 7 de março. Após vistoria do Corpo de Bombeiros, houve interdição parcial do espaço e orientações quanto à venda de ingressos, que deve respeitar a capacidade máxima aprovada.

De acordo com o Ministério Público, embora a casa possua Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB) válido, foram identificadas áreas utilizadas no evento que não constavam no projeto de segurança aprovado, o que motivou a interdição dos espaços excedentes.

Entre as medidas recomendadas, o MPMG determinou que setores específicos — como os mezaninos dos camarotes Laut, Theresópolis e Stone — permanecessem interditados até a regularização. Também foi orientado o reembolso integral dos ingressos vendidos para essas áreas, com a opção de restituição ou crédito para eventos futuros.

Em sua manifestação, a Stone House informou que as adequações exigidas já foram concluídas e que as áreas anteriormente interditadas foram liberadas pelo Corpo de Bombeiros. A empresa destacou ainda que segue atuando com responsabilidade, segurança e em conformidade com as normas vigentes.

O Ministério Público informou que continuará acompanhando o cumprimento das medidas e que a liberação definitiva das áreas depende da atualização do projeto de segurança e de nova aprovação pelos órgãos competentes.