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Ubá reduz índice de infestação do Aedes aegypti, mas cidade segue em médio risco para arboviroses

Levantamento da Secretaria de Saúde aponta queda nos indicadores em relação a janeiro e identifica principais focos do mosquito

25/05/2026 10h47 Atualizada há 2 semanas atrás
Por: Redação Fonte: Assessoria de Comunicação da PMU
Imagem ilustrativa
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A Secretaria Municipal de Saúde de Ubá, por meio da Divisão de Vigilância em Saúde e do Setor de Zoonoses, divulgou os resultados do segundo Levantamento de Índice Rápido para o Aedes aegypti (LIRAa) de 2026, realizado entre os dias 11 e 15 de maio.

Durante a ação, foram vistoriados 3.108 imóveis em diferentes regiões do município. O levantamento apontou Índice de Infestação Predial (IIP) de 1,5%, índice considerado de médio risco para transmissão de dengue, chikungunya e zika.

Os dados representam redução em comparação ao primeiro LIRAa de 2026, realizado em janeiro, quando o município registrou índice de 4,6%, classificado como de alto risco. Segundo a Secretaria de Saúde, a diminuição dos indicadores está relacionada ao trabalho contínuo das equipes de vigilância, dos agentes de combate às endemias e das ações preventivas realizadas na cidade.

O levantamento identificou que os principais focos do mosquito continuam concentrados em recipientes móveis, como vasos e pratos de plantas, frascos com plantas aquáticas e bebedouros de animais, responsáveis por 47,5% dos criadouros encontrados.

Na sequência aparecem os depósitos ao nível do solo, como tambores, barris e reservatórios de água, que representam 21,3% dos focos identificados. Já os depósitos fixos, entre eles calhas, lajes, ralos e sanitários sem uso, corresponderam a 16,4% dos criadouros do Aedes aegypti.

Outro ponto de atenção destacado pelo levantamento é o descarte irregular de lixo e recipientes plásticos, como garrafas e latas, que representaram 9,8% dos focos encontrados e concentraram 82% dos focos do mosquito.

Também foram registrados focos em pneus, materiais rodantes e depósitos naturais, como bromélias, folhas acumuladas e buracos em árvores, reforçando que qualquer recipiente com água parada pode servir de criadouro para o Aedes aegypti.

De acordo com a Vigilância em Saúde, os resultados reforçam a importância da manutenção dos cuidados dentro das residências e nos quintais, principalmente com recipientes de uso cotidiano que muitas vezes passam despercebidos pela população.

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