Cidade de Tocantins amanhece alagada após forte chuva

Após as chuvas da madrugada desta quarta-feira (14), a cidade de Tocantins amanheceu alagada. Algumas casas foram inundadas e as mais afetadas são as que ficam na região da Beira Rio da cidade. O Corpo de Bombeiros de Ubá está na cidade vizinha prestando auxílio.

 

 

 

Parte da ponte que liga a comunidade de Santa Isabel ao vilarejo de Beija-Flor caiu. 

 

 

Outra ponte que caiu foi a que liga a cidade à comunidade dos Pires.

 

 

A ponte de madeira situada na Rua Francisco Verbena, próximo a praça São José, também caiu.

 

De acordo com a Defesa Civil de Tocantins, muitas residências construídas a nível do rio foram atingidas. Em algumas casas, mais próximas ao rio, a água atingiu a marca de 1 metro de altura. Um homem precisou ser retirado de casa em um bote por possuir dificuldade de locomoção. O número de pessoas temporariamente desabrigadas fica entre 15 e 20 famílias. Ninguém se feriu gravemente.

 

Luiz Carlos Maximiliano, engenheiro da Defesa Civil, informou que a prefeitura está tomando as devidas providência e analisando a possibilidade de realocar as vítimas para um ginásio poliesportivo, até que essas possam voltar para as próprias residências. 

 

Sobre os boatos de que o abastecimento de água da cidade teria sido prejudicado, Luiz Carlos explicou que uma das bombas ficou submersa,  mas que a outra, que é maior, continua funcionando. "O sistema de água está funcionando normalmente", afirmou.

 

O engenheiro ainda reforçou que não se pode construir casas no nível do rio e nem em suas proximidades. "Antes de construir uma casa, o proprietário deve procurar  o pessoal que mora nas proximidades a mais tempo para saber até que ponto o rio já subiu. O piso da obra deve ultrapassar essa altura. A pessoa pode construir longe do rio, mas se a rua for nivelada e o piso for baixo, a água vai entrar dentro de casa".

 

A Defesa Civil pede a população que faça uso de um sistema de vigilância coletivo, em que os moradores da parte alta da cidade avisem aos outros sobre a possibilidade de alagamento, para que as pessoas em área de risco tenham tempo de deixar as residências.

 

 

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