Prefeitura de Ubá disponibiliza vacinas contra febre amarela

13/01/2017

A Prefeitura Municipal de Ubá, por meio da Secretaria de Saúde, informa a população que a vacina contra a febre amarela está disponível nas 19 Unidades de Saúde e na Policlínica Regional.

 

A vacinação está sendo realizada uma vez por semana, de acordo com a agenda de cada unidade e duas vezes por semana na policlínica.

 

Crianças a partir dos nove meses já podem receber a primeira dose da vacina e o reforço é feito aos quatro anos de idade junto com outras vacinas que fazem parte do calendário nacional. Para adultos como gestantes, idosos e pessoas com histórico de reação anafilática relacionada a substâncias presentes na vacina (ovos de galinha e derivados e outros produtos que contenham proteína animal bovina) é indicado procurar orientação antes de serem imunizadas.

 

Caso a pessoa vá viajar para área endêmica da doença, a vacina deve ser aplicada dez dias antes. E é importante que todos levem o Cartão de vacinação.

 

Os casos

 

Segundo a Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais, nos primeiros 12 dias de 2017 foram notificados 110 casos suspeitos de Febre Amarela no estado, sendo que destes, 20 são casos prováveis, cujos pacientes apresentaram quadro clínico suspeito e exame laboratorial preliminar positivo.

 

Foram notificados 30 óbitos, sendo que desses, 10 são considerados óbitos prováveis de febre amarela. Essas mortes ocorreram nos municípios de Piedade de Caratinga (3), Ladainha (3), Ubaporanga (1), Ipanema (1), Itambacuri (1) e Malacacheta (1).

 

Importante considerar que os casos recentemente divulgados no estado tratam exclusivamente de Febre Amarela Silvestre, contraídos por moradores de regiões rurais. Em Ubá o último caso notificado da doença foi em 2009.

 

A doença

 

Os sintomas iniciais incluem febre, calafrios, dor de cabeça, dores nas costas, dores no corpo em geral, náuseas e vômitos, fadiga e fraqueza. Em casos graves, a pessoa pode ter febre alta, icterícia (coloração amarelada da pele e do branco dos olhos), hemorragia e, eventualmente, choque e insuficiência de múltiplos órgãos. Cerca de 20% a 50% das pessoas desenvolvem doença grave, podendo morrer.

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