Macaco morto é encontrado em Ubá

No dia 19 de fevereiro (domingo), por volta das 14 horas, se espalhou a notícia por meio de redes sociais e aplicativos de mensagens instantâneas, de que um macaco morto, aparentemente um sagui, foi encontrado na Avenida Olegário Maciel, no Bairro Ponte Preta em Ubá.

 

 

A equipe de epidemiologia foi acionada e recolheu o animal. Na segunda-feira (20), se reuniu com os responsáveis pela Secretaria de Saúde para tomar as devidas providências. O animal foi congelado e enviado a Belo Horizonte para exames. Segundo o setor de epidemiologia não são comuns macacos naquela região.

 

De acordo com a supervisora da Seção de Epidemiologia do Município, Sandra Regina Kilesse, o animal não tinha sinal aparentes de agressão como paulada ou pedrada ou de doença. “Parece que ele teve uma queda, pois apresentava apenas um pequeno sangramento na boca que pode ter sido ocasionado durante a queda”, disse.

 

O veterinário da secção de Zoonoses, Henrique Lopes disse que o animal não tinha sinais que infecção pelo vírus da febre amarela. “O animal não apresentava nenhum sinal de que poderia estar doente. Ele estava próximo a um poste e provavelmente foi eletrocutado e caiu”, enfatizou.

 

O veterinário disse ainda que mesmo sem sinal de doença o animal foi enviado para exames em Belo Horizonte e a Secretaria de Saúde segue com planejamento e prevenção como vacinação intensificada na região onde o animal foi encontrado, uso de repelente e o uso de bomba costal pelo agentes de combate a Endemias num raio de 3 km do local.

 

É importante salientar que o setor de zoonoses funciona 24 horas e atendes ao telefones 3531-8192 / 3532-6173. Qualquer denúncia sobre animais mortos devem ser repassadas.

 

A secretária Municipal de Saúde Dulcinea Thinassi Perini recomenda que a população procura a vacinação. “As vacinas estão disponíveis na policlínica de Ubá e nas salas de vacinação. A vacina demora aproximadamente 10 dias para fazer efeito, sendo assim quem pertende curtir o carnaval ou viajar deve fazer o uso de repelentes”, disse.

Com informações do Programa Conexão Líder

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