Prefeitura de Viçosa decreta emergência em áreas afetadas pela chuva

31/10/2019

 

A prefeitura de Viçosa decretou situação de emergência nas áreas do município atingidas pela chuva no último sábado. Durante a tempestade, que teve chuva intensa e ventos fortes, um homem de 50 anos morreu arrastado pela correnteza de um córrego e o campus da Universidade Federal do município (UFV) teve prédios destelhados, árvores caídas e laboratórios danificados.

 

O decreto, assinado pelo prefeito Ângelo Chequer (PSDB), foi publicado nessa quarta-feira. As áreas definidas pela prefeitura foram os bairros Barrinha, Cidade Nova, Nova Viçosa, Santo Antônio, Novo Silvestre, Lourdes, Centro, Fátima, Conceição, Sagrada Família, Bom Jesus, Estrelas e Nova Era, e também os distritos de São José do Triunfo e Cachoeira de Santa Cruz. 

 

Com o decreto, o Executivo pode mobilizar todos os órgãos da prefeitura para atuação, coordenados pelo Departamento de Defesa Civil, nas ações de resposta ao desastre, reabilitação de cenário e reconstrução. As autoridades e agentes de Defesa Civil também podem entrar nas casas para prestar socorro ou determinar evacuação em caso de risco iminente.

 

Segundo informações da Estação Meteorológica de Viçosa, na noite do dia 25, choveu praticamente o total esperado para todo o mês de outubro.

 

As ocorrências mais graves foram na madrugada de sábado. De acordo com o Corpo de Bombeiros, o homem que morreu foi encontrado no córrego São Bartolomeu, nas proximidades do bairro Clélia Bernardes. Parte da residência dele foi derrubada pelas águas do córrego, que transbordaram por causa das chuvas. Com isso, ele acabou arrastado pela correnteza. 

 

Em relação à UFV, o Ministério da Educação (MEC) disponibilizou R$ 5 milhões para socorro emergencial à instituição. Mas, no domingo, o retiro Demétrios Silva informou que o valor só seria suficiente para reparar estruturas físicas destruídas. Equipamentos, material de trabalho e insumos perdidos na tempestade também precisarão ser repostos, ampliando e o valor do prejuízo.

 

(FONTE: Jornal Estado de Minas)

 

 

 

 

 

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